sábado, 24 de março de 2012

O melhor dia da minha vida

Como vos tinha prometido ontem, aqui estou eu para deixar algumas fotos do que foi o melhor dia da minha vida. = )




Esta é a melhor amiga do mundo!! <3








Este é o meu mais que tudo <3





Este foi o presente que mais pedi durante um bom tempo há pessoa que mais amo  =)


Para a semana voltarei cá para vos mostrar o que foi um pouco da minha viajem de finalistas na Costa Blanca!!

Até para a semana!!  ;D



sexta-feira, 23 de março de 2012

Sweet 8teen

Hoje não é um dia qualquer para mim. 
Faço os meus 18 anos!! 
E como me costumam dizer "Já ninguém faz 18 anos". 
Tenho a perfeita noção que daqui para a frente estou por minha conta, e não há nada que eu queira mais nesta vida que ter a minha independência.
A vida não tem sido tão fácil para mim  como para muitos, mas também não foi assim tão difícil que eu não tenha conseguido superar.
Por isto mesmo e por muito mais eu quero agradecer a todos os que estiveram comigo neste dia.
Amanhã deixarei aqui algumas fotos deste dia tão importante. ; )
Ah!
E para quem ainda não sabe amanhã há noite, por volta das 22h estarei a caminho da Costa Blanca para uma viajem de finalistas inesquecível!!  = D
Beijinhos para todos

quarta-feira, 14 de março de 2012

Dream vacation to a strange place


Como todas as pessoas, esta noite tive um sonho muito estranho do qual me lembro perfeitamente. Já tenho algumas falhas, visto que foi bastante irreal, dai ser chamado de sonho. Acordei por volta das 5 da manhã com um sobressalto, assustei-me e lembro-me perfeitamente com o quê. Mas isso conto-vos mais há frente. Vamos começar pelo início. Estava de férias com o meu irmão e com a minha mãe e decidimos ir para um sítio paradisíaco, estávamos bem financeiramente. Então fomos nesse próprio dia. Agarrámos nas coisas e fomos embora. Chegámos ao destino muito rápido, nem me apercebi da viajem. E quando lá cheguei, olhei para o chão e não o via. Não tinha chão por baixo de mim. Apercebi-me de que estava no ar sim, mas enrolada numa manta voadora com o meu irmão e com a minha mãe. Não me lembro exatamente do nome do sítio, mas era algo chamado de Towiee ou Toswiee, não sei bem. Passei por vários países e capitais, tais como Alemanha, Copenhaga, França, Amesterdão e mais não me lembro. Fui para o lado direito do mapa para uma ilha qualquer perdida. Sei que os países e capitais não estão por ordem, mas num sonho nada faz sentido. Quando lá cheguei, sobrevoei aquele sítio lindo. Era mágico. Sol, calor, palmeiras e chapéus de sol em bico, muita gente na praia a brincar ou a passear, a água era límpida e transparente, mais azul era impossível. Era um verdadeiro local paradisíaco. Depois meti os pés no chão, e receberam-nos muito bem. Tínhamos um grupo de pessoas daquele sítio há nossa espera para nos mostrar tudo, uma espécie de guias mas só por umas horas. Estava muito entretida a ouvir todas as explicações e rodeada de pessoas que nem me apercebi de que estava a acontecer algo que não era normal. Vejo as pessoas a fugirem da praia, a esconderem-se muito rápido, e o rapaz que estava a explicar-me puxou-me de tal maneira para me esconder que nem tive tempo para reagir. Fiquei simplesmente a olhar para tudo o que estava a acontecer daquele sítio onde me escondera. Estava na 1ª fila de um teatro a assistir a uma peça, pensara eu. E com os olhos muito abertos, assisti a uma cena da qual não me esquecerei. Vi a vir na direção das pessoas uma coisa muito grande, preta, com muitas pernas. Era uma aranha gigante. Não sei porquê, mas disseram-me que aquilo era normal acontecer pelo menos 1 vez por ano naquele sítio e que já esperavam aquilo. Só não sabiam a data exata em que iria acontecer. A minha mãe não sabia de tal acontecimento naquele sítio, pois se soubesse nunca teríamos ido para lá. Foi então que no meio da confusão, deixei de ver a minha mãe e o meu irmão. Fiquei preocupada. Iria voltar a vê-los? Estariam bem? Onde estariam? Teriam conseguido esconder-se? Senti um arrepio na espinha como se algo de muito mau tivesse acontecido, e fiquei chocada quando vi a tal aranha gigante a agarrar uma pessoa e a apertá-la. Não a enrolou nas teias, simplesmente a agarrou com as patas e estava a meter veneno dentro dela. Mas eu não assisti aquela cena, apenas vi a aranha, não a pessoa. Nem sequer a vi a envenenar a pessoa. E no meio daquela cena digna de filme, veio uma onda gigante do mar. Apenas uma. Pensei que seria um tsunami, mas não. Assim que aquela onda passou e levou algumas pessoas e objetos há sua frente, a praia secou por completo. Levou também a aranha para bem longe dali. Nunca mais ninguém a viu. Apenas se desviaram dela e se esconderam para não acontecer o que aconteceu á tal pessoa. Só pensava se essa pessoa estaria bem ou não. Onde estava ela, como se sentia. A minha mãe teimava em não aparecer e o rapaz que estava comigo de início, tinha desaparecido. As pessoas fugiram todas e ouvia-se um silêncio total naquela praia, agora seca e deserta. Até que comecei a ouvir gritos, choro, sofrimento. Era uma pessoa a gritar. Tentei procurá-la e uns metros há frente encontrei-a. Estavam lá 3 pessoas com ela. Uma a tirar-lhe o veneno da aranha, outra era o rapaz que estava ao pé de mim e tinha desaparecido, e a outra era a mulher do homem que estava a ajudar a pessoa a tirar o veneno de dentro dela. A mulher estava completamente apavorada, agarrada ao seu marido. Não conseguia falar e muito menos mexer-se. E quando me aproximei para perguntar se a pessoa ia ficar bem, entrei em estado de choque. Fiquei apavorada ao ver que era o meu irmão que estava ali. Queria chorar, mas não conseguia. Queria ajudá-lo, mas não podia pois não saberia como o fazer. Procurei a minha mãe para me agarrar a ela, mas ela não estava ali. Tinha fugido, como todas as outras pessoas. Apercebi-me então que tinha de ser forte e aproximei-me de novo do meu irmão, que só gritava e chorava sem parar e me suplicava para o ajudar. Olhei para ele, e quando comecei a ver o veneno da aranha a sair de dentro dele, comecei a chorar. Mal ele abriu os olhos, só conseguia ver preto a sair de dentro dele. Só o conseguia ver com a boca aberta, em pé, estático, virado para o céu a gritar e a sair veneno preto pela boca também. E quando eu queria ver como realmente acabava esta história, acordei sobressaltada. O meu coração começou a palpitar e eu não parava de me mexer enquanto estava deitada, até que acordei. Pensava e desejava que já fossem horas de ir para a escola, pois sabia que iria ser difícil voltar a adormecer, mas não eram. Eram 5 da manhã. Ainda de noite. Quando me apercebi que tinha que voltar a dormir, tentei terminar aquele sonho da melhor forma possível, mas passado pouco tempo adormeci a pensar em coisas e pessoas completamente diferentes. Não acabei o sonho é certo, mas aquele lugar em que eu fui parar, que achava ser paradisíaco e perfeito para umas férias descansadas e sem problemas, tornou-se o maior dos meus pesadelos. Não tenho medo de aranhas, tenho sim nojo. Então quando são grandes encolho-me toda, como se elas fossem uma ameaça para mim. Percebi finalmente que aquele sítio que não sei onde fica, era um lugar perfeito e lindo, mas horrível. Só gostava de saber desenhar bem para conseguir meter no papel aquela imagem do meu irmão envenenado que nunca me sairá da cabeça e do sítio paradisíaco a que fui.









domingo, 11 de março de 2012

Say “I love you” is not enough


Estou aqui, pela primeira vez, para dizer o que me apetece relembrar todos os dias da minha vida. Até aqui falei de tristeza, de coisas injustas, pois agora quero que seja o contrário. Todos sabemos que a felicidade se constrói, e com certeza que não o fazemos com base nas tristezas da nossa vida. A minha vida tem-me posto á prova constantemente, mas eu não desisto. Hoje, sei que muitas das coisas em que sempre acreditei são uma mentira. Eu vivi numa mentira durante tantos anos, que agora não quero ouvir nem falar nessa palavra. Mas estou aqui, como já referi, para falar de coisas boas. Uma das coisas mais bonitas que a vida nos trás é precisamente o amor. Depende da maneira como o demonstram, como gostamos ou não de o ter e da maneira que gostamos. O amor é lindo, desde que seja vivido em cada pessoa á sua maneira. Não julgo ninguém por me chamar pirosa quando falo deste sentimento que é tão forte e que toda a gente precisa. Pois quem me chama de pirosa, talvez nunca tenha sentido o verdadeiro amor. Aquele que nos faz proteger aquela pessoa, aquele que faz com que acreditemos que aquela pessoa nunca irá desaparecer da nossa vida e ficará connosco para sempre. Mas eu não acredito no “para sempre”. Todos sabemos que isso não passa de uma mentira. Nada é para sempre. Nem as pessoas, nem os sentimentos, nem as atitudes, nada. Até aqui falei de uma forma muito geral de amor, mas existem várias maneiras de se amar alguém. Pode ser amor de pessoas da nossa família, dos nossos amigos ou daquele a quem chamamos de “amigo colorido”. Eu falo desse mesmo, do “amigo colorido”. Para muitos é apenas isso, mas eu acredito que quando se gosta de alguém, esse alguém não é apenas um amigo colorido. Essa pessoa quer queiramos quer não, vai fazer parte de um tempo na nossa vida. Tempo esse que nos vai fazer crescer provavelmente. Admiro quem “namora” com este e com aquele, pois essas pessoas não sabem o que é amar de verdade. Não sabem o que é conhecer uma pessoa, aceitar os seus defeitos e vê-los mesmo assim como coisas boas. Não sabem aproveitar o que há de melhor na vida. Talvez um dia percebam que existe coisas muito melhores que “curtir”, que se pode ter as mesmas coisas e de formas bem melhores e exclusivas. Tal como diz uma música “Ninguém é de Ninguém”, mas quando toca ao amor passamos a ser da outra pessoa e a outra pessoa nossa. Não de uma forma física, mas interior. E é tão bom sentir que alguém sente o mesmo por nós e que o quer demonstrar perante todos! É tão bom sentir que estamos a tremer por dentro por irmos ter com aquela pessoa, sentir calafrios nas mãos, e o coração a 1000 á hora! É bom sentirmos que alguém nos ama apesar de todos os nossos defeitos que pareciam tão insuportáveis. Admiro as pessoas que perguntam “como é possível estares com aquela pessoa, ela é tão diferente de ti”. Pois bem meus amigos, tenho a dizer o que muitos me disseram e bastantes vezes, “os opostos atraem-se”. Se acham isto mentira, então um dia talvez percebam que não podemos ter alguém ao nosso lado igual a nós. Seria aborrecido, e nunca nos daríamos bem com essa pessoa. Já a conhecíamos e provavelmente iriamos discutir por tudo e por nada. Na minha vida já tive tantas discussões, mas até hoje admiro-me de como é que nunca me chateei ou zanguei com a pessoa que conquistou o meu coração. É estranho e impossível talvez. Devem achar que estou a dizer uma mentira pegada, mas é verdade! Sempre vivi num ambiente de discussões, nunca soube o que era ter uma relação sem gritos e portas a bater por perto. Agora sei, que isso torna as coisas muito mais difíceis e complicadas do que já são. Sei que as pessoas se entendem a falar e quem ninguém tem de faltar ao respeito ao outro. Pois é isso que eu sinto todos os dias na minha vida. Não da parte da pessoa que me conquistou o coração, mas da parte de quem me é mais próximo. E é tao triste quando alguém que sempre esteve connosco nos engana e não nos sabe ouvir, compreender e aceitar. Tenho pena dessas pessoas, mas ninguém pode ser obrigado a mudar. Isso tem de partir da própria pessoa. Por isso mesmo, chego á conclusão de dizer “Amo-te” não chega. Temos que o demonstrar todos os dias, e quando temos aqueles dias difíceis é nesses mesmo que temos que estar ao lado daquela pessoa que tanto nos apoia quando mais precisamos, mesmo que nos custe muito e que não tenhamos paciência para nada nem ninguém. Mas nunca me esquecerei duma coisa. Não pudemos ajudar quem não quer ser ajudado!

sexta-feira, 2 de março de 2012

Afinal é amor?

Olho para trás, vejo o quanto as pessoas eram felizes e o porquê de se casarem. Olho para os dias de hoje, vejo o quanto as pessoas não sabem amar alguém. Por isso pergunto: para que se casam se nem sabem o que é o amor? Antigamente o amor era levado a sério, agora é uma brincadeira de crianças. As crianças não sabem o que querem, e assim está toda a gente. Num dia querem, noutro já não. E mesmo que queiram, não tentam. Desistem. Esquecem. Acho inacreditável alguém chegar ao pé de mim, alguém com uma relação de anos falhada, ou mesmo alguém que nem saiba o que é o amor, dizer-me que mais vale desistir se aquela pessoa não mudar por minha causa. Costumo dizer que as mudanças têm de ser feitas sim, mas o ponto de partida para tal acontecer é sempre a pessoa querer fazê-lo. Porque não tentam mais uma vez? Porque têm a coragem de chegar ao pé de mim e dizer-me para desistir daquilo que vocês não foram capazes de tentar? Deitam-me a baixo, fazem-me sofrer, fazem-me meter em questão o que sinto e por quem sinto. E isso faz de mim a pior pessoa do mundo. Jamais faria isso a alguém. Mas agora pergunto, se sabem tanto do amor, então porque não me explicam porque é que hoje em dia quando as pessoas se casam os casamentos só duram no máximo 2/3 anos, se tanto!? Têm explicação para isso? O que mudou? Numa relação de anos, as pessoas casam-se, sabem que feitios têm, sabem que se podem dar bem ou mal e com o que se chateiam quando estão juntos. Então porquê a separação no fim do casamento? Se estiveram juntos anos sem se casar, porque não ficarem juntos o resto das vossas vidas? Não é isso que o casamento significa? Juntos para sempre, no bem ou no mal. Agora que penso bem nisto, quantos mais anos passam, mais as pessoas se têm separado. E porquê? Estão assim tão insuportáveis e diferentes? No início não era como agora? Sim, as pessoas crescem e mudam, mas no fundo são sempre as mesmas. Então se amávamos essas pessoas por elas serem daquela forma e com aqueles defeitos todos, o que mudou? A resposta para tanta pergunta não tenho, mas se há coisa que estou a perceber é que os casamentos estragam uma relação seja ela de quantos anos for. E se assim o é, eu não me quero casar. Porque o casamento não significa amor. E bem estúpido é quem casa por dinheiro, pelos filhos ou por outro motivo qualquer. Nada muda nessa pessoa, se ela já não é compatível connosco naquele momento, então dai para a frente só vai piorar. E eu sei do que falo, mesmo não tendo estado casada vez nenhuma. Não é preciso casar para se ser feliz ou porque a sociedade está á espera disso naquela altura da nossa vida. Todos sabemos que os padrões da sociedade já não são os mesmos de há uns anos atrás, e muito menos são certos como a morte. Não casem só porque os outros vos dizem para o fazer. O que conta, é termos sempre alguém connosco que nos aceite tal e qual como somos, com todos os defeitos e feitios mas que acima de tudo que nos ame. Então, afinal é amor?